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Martha Medeiros.




(pre††y-drugged)A noite parece que a dor aumenta ner ?




Eu tenho medo de viver sozinha para sempre, e de desistir de ter fé que um dia esse mundo será diferente, e que teremos paz. Tenho medo que a ignorância das pessoas continuem a mesma, de que elas nunca mudem. Me chateio pelo fato de sempre ajudar as pessoas, elas nunca estere-derem suas mãos para me ajudar. Tenho medo de dormi em uma cama de casal e o espaço vazio do lado está sempre arrumado. Eu tenho tantos medos, tantos pensamentos, que as vezes me isolo e me sinto culpada pelo fato de não poder fazer nada para mudar esse meu jeito todo estranho. Eu amo chuva, amo frio, amo ser amada, mais o que eu mais odeio em mim, é ter medo de mim mesmo. Fazendo assim que eu me torne uma pessoa incapaz de enfrentar a si mesmo e meus medos. As vezes me sinto tão sozinha que tenho medo da minha própria face. Mais pense comigo, todos nós deveríamos amar nós mesmo. Eu tenho amor próprio a mim aqui dentro, só preciso achar. Todos nós temos pontos incríveis a saltar, é só encontrar. Mais meu medo maior de tudo, é perder a minha capacidade de me expressar.









A amizade marca uma vida ainda mais profundamente do que o amor. O amor pode causar obsessão, a amizade nada mais é do que a comunhão.

Não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoa-la por isso






